Não escrevo mentiras. Posso até, por vezes, falar alguma inverdade menos importante, mas não consigo escrever mentiras. Isso não sou capaz!
Escrever, sai de dentro, do mais intimo que possuimos, do mais puro e fiel sentimento que nos invade.
Se eu não me identificar com o que escrevo, jamais o poderei escrever.
Muitas vezes, mesmo sabendo que poderei ser criticada pela forma como me exprimo, tenho que escrever. É uma necessidade maior!
Sempre foi assim. Sempre será. Não adianta inventar o que não existe, o que não se é na verdade.
Eu prefiro que não gostem de mim, pelo que sou, como sou, do que virar uma farsa. Nem que quisesse jamais conseguiria mudar e deixar de ser quem sou e como sou.
Não sou um "livro aberto", mas também não oculto o que me caracteriza. Não faço questão de omitir a minha opinião verdadeira, quando ma pedem, só para agradar, lamento mas não sou capaz! Pediram...vão ter sinceridade.
A propósito deste tema, tenho uma amiga que me "usa" de acordo com as suas necessidades. Se precisa de alguém que opine as verdades e ela não tem coragem de as dizer, insere-me na situação e lá estou a responder por mim e por ela. Sou o seu suporte para "as verdades, verdadinhas, ao vivo e a cores", como ela mesma diz.
Esta sou eu realmente e, sei que há aqui muitos leitores que me conhecem bem e sabem que é a mais pura das verdades! Transparência sempre! (M.J.L.)
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